segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Programando a Sustentabilidade



Programando a Sustentabilidade foi o nome dado a um projeto desenvolvido pelos alunos do 2º ano da EMEF Guilherme Hildebrand sobre a supervisão dos professores Luiz Elcides e Marlene Beskow.  Buscando desenvolver de forma lúdica e prazerosa o raciocínio lógico através da programação e da discussão sobre a necessidade de preservar as tartarugas, foram promovidas situações para que a crianças pudessem expor suas ideias. A tartaruga “entrou no assunto” pelo fato de ser o símbolo da linguagem de programação escolhida, a linguagem LOGO.

Os objetivos do nosso trabalho além do desenvolvimento do raciocínio lógico através da programação e da necessidade de preservação das tartarugas, também foram: desenvolver a linguagem oral, valorizando as ideias e opiniões; refletir sobre suas hipóteses e seus registros; promover momentos de integração do grupo; e promover práticas de linguagem escrita e estruturada.

Para a concretização do trabalho, num primeiro momento desenvolvemos material concreto onde os comandos que seriam utilizados nas aulas pudessem ficar claro aos alunos. Este material foi construído através de cartas, conforme imagem abaixo.
Depois criadas as cartas, passamos a executar os comandos de direção (para frente, para trás, para a esquerda, para a direita) em esquema feito no chão da sala e anotamos em uma folha de papel para que então as crianças percebessem a estruturação da escrita. Também nas aulas de educação física foram executados comandos de direção.


No computador, com o LOGO (Kturtle) passamos a utilizar os comandos feitos no chão, simulando um traçado pré-determinado. Depois desta etapa, foi dado um desafio aos alunos para criarem um quadrado e um retângulo. Como no primeiro momento, primeiro foi feito no chão da sala e depois no computador. A maioria dos alunos conseguiu resolver o problema.

Buscando dificultar um pouco mais e também desenvolver um raciocínio mais apurado dos alunos, analisamos os passos de criação do quadrado e do retângulo. Nesta etapa do projeto os alunos perceberam que muitos comandos se repetiam para a criação dos mesmos e assim, passamos a utilizar o comando de repetição para criar as figuras.


Além da parte do projeto desenvolvido no laboratório de informática, também desenvolvemos atividades em paralelo na sala de aula, onde os alunos criaram desenhos, discutiram a cerca da vida da tartaruga, onde vive, do que se alimenta, como é seu casco, etc., criaram pequenos textos sobre o assunto e também construíram uma tartaruga, com garrafa pet.


Para finalizar o trabalho, foi passada aos alunos a história da tartaruguinha, através de vídeo e também contada pela bibliotecária da escola.

As primeiras hipóteses levantadas pelos alunos no inicio do projeto, foram consideradas produções de grande valor, porque de alguma forma seus esforços refletiram positivamente no processo de construção de conhecimento. Observou-se que os alunos constroem seus sistemas interpretativos, ou seja, pensam em diferentes hipóteses para construir seus conhecimentos.  
Através do desenvolvimento deste projeto, concluiu-se que foi atingido o objetivo, pois de uma forma lúdica e prazerosa foi sendo construído o raciocínio lógico através da programação, onde os educandos foram os personagens principais no êxito do projeto, uma vez que cada aluno foi o protagonista de sua própria construção.
Neste sentido, o desenvolvimento deste projeto foi sem dúvida algo mágico, encantador e surpreendente, o que tornou gratificante o nosso trabalho como educador.

REFERÊNCIAS


A história da Tartaruguinha - http://www.youtube.com/watch?v=ZBJ7ba5wdr0
Documentação Kturtle - http://docs.kde.org/stable/pt_BR/kdeedu/kturtle/index.html
Linguagem LOGO - http://pt.wikipedia.org/wiki/Logo
Projeto Tamar - http://www.tamar.org.br/

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O tamanho dos processadores



Com a evolução do processo de fabricação, processadores ficam mais rápidos, esquentam menos e chegam a usar componentes do tamanho de bactérias e vírus.

Estamos tão acostumados a pensar nos processadores como sendo o “cérebro” da máquina que, às vezes, nem lembramos que eles também possuem um “órgão vital” em seu interior. Esse componente é o die, um pequeno chip que contém o circuito principal da CPU. Continuar lendo

Fonte: TecMundo

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Britannica Escola Online


Para meus colegas professores sugiro conhecer um site que encontrei na Internet com bastante material para utilização em aula.

 A Britannica Escola Online é uma ferramenta criada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, em parceria com a Enciclopédia Britânica. O portal é voltado a crianças de seis a 11 anos e o conteúdo, todo em português, é adaptado à realidade brasileira.

Dividido nas seções materiais de aprendizado, recursos para o professor, área de pesquisa, como usar e ajuda, a ferramenta oferece recursos para que alunos e professores dinamizem o processo de aprendizado. São oferecidos recursos multimídias, artigos de enciclopédia, imagens, vídeos, atlas do mundo, biografias, jogos, recursos interativos de geografia.  Vale a pena conferir!

Endereço: http://escola.britannica.com.br/

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Quantos bits?




Qual é a diferença entre as versões de 32 bits e de 64 bits do Windows?

Os termos 32 bits e 64 bits se referem à maneira como o processador de um computador (também chamado de CPU) processa informações. As versões de 32 bits e 64 bits do Windows foram desenvolvidas para uso em computadores com processadores de 32 e 64 bits, respectivamente.

As versões de 64 bits do Windows podem utilizar mais memória que as versões de 32 bits do Windows. Isso ajuda a reduzir o tempo despendido na permuta de processos para dentro e para fora da memória, pelo armazenamento de um número maior desses processos na memória de acesso aleatório (RAM) em vez de fazê-lo no disco rígido. Por outro lado, isso pode aumentar o desempenho geral do programa.

Qual é o benefício de usar um computador de 64 bits?

Um computador de 64 bits pode processar o dobro de informações que um computador de 32 bits, e pode ter muito mais memória RAM. Isso faz de um computador de 64 bits uma boa opção se você trabalhar com vídeos, pesquisas em grandes bancos de dados ou jogos e outros programas que requerem cálculos complexos e muita memória. Porém, um computador de 32 bits funciona muito bem para a maioria dos programas. Por exemplo, programas de planilha eletrônica, navegadores da Web e processadores de texto serão executados na mesma velocidade em um computador de 32 bits ou em um de 64 bits.

Os programas que executam versões de 64 bits  terão melhor desempenho quando houver drivers e programas de 64 bits disponíveis. Os tipos de programas abaixo poderão ter um melhor desempenho em versões de 64 bits:

  • Software de CAD (Computer Aided Design)
  • Programas para edição de fotos e vídeos
  • Programas de jogos e outros que exijam cálculos complexos
  • Programas de acesso a banco de dados e que funcionam com grandes bancos de dados
  • Programas para gravação e análise de vídeo que salvam grandes quantidades de dados na memória

Fonte: Windows de 32 e 64 bits: perguntas freqüentes

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Integração das Mídias



Fazer a integração das mídias com o currículo é algo que deveria ser obrigatório nas escolas, em se tratando de século 21, era tecnológica ou do conhecimento, ou então, da comunicação. Os cursos de formação de professores deveriam nortear os currículos para uma formação voltada à tecnologia, preparando os futuros professores para um domínio das mesmas, afim de, proporcionarem aulas mais elaboradas e criativas e desta forma com maiores possibilidades de aprendizagem.


Neste momento em que estamos vivendo, temos que aprender a utilizar os recursos disponíveis na sala de aula e também na sociedade. Levar estas tecnologias para dentro dos muros escolares. Em vez de proibir o uso do celular, não seria mais relevante o professor e a escola encontrarem formas de agregar o mesmo às aulas, sendo esta uma forma de integrar mídias e currículo? No meu ponto de vista a escola está disposta a utilizar e integrar as mídias ao currículo e ao mesmo tempo parece que somente o computador é relevante. A utilização de todas as mídias disponíveis é importante.


Nas minhas experiências no laboratório da escola em que atuo todas as mídias, entre elas, rádio, câmera fotográfica, filmadora, projetor, DVD, kit de robótica, além do computador, atraem os estudantes e tornam a aula mais prazerosa. No que se refere ao aprendizado, penso que podemos trabalhar qualquer assunto utilizando mídias, basta adaptá-lo para aquele recurso. O grande problema ou “X” da questão está nesta adaptação que muitas vezes exige algo mais do professor, algo que ele não está acostumado a fazer ou até mesmo não sabe como fazer. Trabalhar com mídias integradas ao currículo dá trabalho e isto muitas vezes não dá prazer aos professores que preferem continuar fazendo o “feijão com arroz”.


Quem trabalha em laboratório de escola, já deve ter ouvido várias vezes de professores, “- coloca um joguinho pra minha turma e tá bom!”. Com tanta tecnologia disponível muitos preferem os joguinhos que geralmente atraem os alunos, mas, nem sempre agregam muito ao aprendizado. Gosto muito de sugerir trabalhos com áudio e vídeo aos professores. Este tipo de trabalho apresenta resultados incríveis. Alunos que muitas vezes não participam das aulas na sala convencional, quando chegam ao laboratório da escola mudam, apresentando ótimos resultados. Trabalhar com tecnologia exige muito dos professores, mas, ao mesmo tempo exige do aluno e desta forma as construções são significativas.


Uma maneira que favorece a integração das mídias com o currículo convencional, é o desenvolvimento de projetos. Trabalhar com projetos é muito interessante, exige a integração de toda a escola e os resultados geralmente são muito significativos. Apesar dos bons resultados, poucas escolas trabalham, preferem a educação segmentada, disciplina por disciplina, cada uma com seus horários cronometrados, alunos enfileirados, lembrando os meados da sua criação.


Cabe ressaltar, que os governos estão investindo tanto na formação profissional quanto na aquisição de equipamentos. Vários cursos estão disponíveis hoje para que professores possam se atualizar e/ou aprender como trabalhar com estas tecnologias. O que acontece muitas vezes é a desistência dos alunos destas formações, já que as mesmas exigem tempo e estudo. Alguns estados como o do Paraná investem muito em educação e tecnologia (O meu o RS investe muito pouco, quase nada), além do Ministério da Educação, através do Proinfo que aplica recursos nesta área, tanto na formação como na aquisição de equipamentos. Os recursos ainda são poucos, mas já o suficiente para realizarmos um bom trabalho.


Por fim, para que esta integração de currículo e mídias aconteça, como diz a música “depende de nós” professores que precisamos nos conscientizar da importância para o aluno e também para a sociedade o domínio destas ferramentas. Cabe a nós aprender e utilizar com nossos alunos as possibilidades que todas estas podem oferecer, a bem de uma educação de qualidade e com aprendizagem significativa.